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Como nós usamos nosso dinheiro?

Há alguns meses eu compartilhei na minha página pessoal do Facebook um vídeo do Caio Braz e, desde então, as minhas prioridades são refeitas e analisadas constantemente. O vídeo fala sobre como nós tratamos nosso dinheiro, como o usamos.

Eu não tenho tanta propriedade para falar do assunto, até porque ainda dependo dos meus pais financeiramente, mas eu tenho que admitir que esse vídeo mexeu comigo e veio na hora certa, sabe? Caio conseguiu falar exatamente o que eu precisava ouvir, mesmo já sabendo de muita coisa que ele afirma no vídeo, parece que vendo alguém falar aquela verdade cria raízes dentro de você. Por isso também que eu decidi fazer esse abrindo aspas.

Hoje é normal achar que precisamos de tudo e que se não tivermos, não ficamos bem com a gente, ficamos insatisfeitos. “Ah, tá na moda, é tendência, eu preciso dessa peça, dessa bolsa, desse sapato, desse cabelo (…)”, muitas vezes pensamos assim, né? Mas eu te pergunto: precisamos mesmo?! Eu amo moda, amo arte, amo comportamento e, sinceramente, acredito que sempre vou ser apaixonada por esse mundo, mas eu sei que por trás dele há muita futilidade. Não estou dizendo que a moda é fútil, porque discordo totalmente dessa afirmação, mas muitos nichos que envolvem esse mundo são e, infelizmente, acaba refletindo em muitos aspectos, incluindo a influência que tem nas pessoas.

O que nós precisamos é ter o controle sobre a gente. Ter consciência de quem somos e de quem queremos ser. Já parou para pensar que você pode ser apenas alguém que é conhecido por ter as coisas e não por ser quem você é? É dessa forma que você quer ser lembrado?

Mais do que ter algo material, é ter conhecimento, experiência, história para contar mesmo. Pensa aí um pouco e compare as conversas que você já teve na vida, as pessoas que já passaram por você, quais delas o papo era mais legal e interessante?! Quais dela te deixaram com vontade de viver, de explorar?

Isso é bem o que Caio fala no vídeo, a importância da experiência. Dinheiro é para ser usado com experiência, com viagens, estudo e não com produtos, roupas, etc, porque, convenhamos, isso nós temos de sobra, não é?

Como ele falou, é óbvio que vamos continuar consumindo produtos, mas isso não pode ser prioridade, esse é o ponto. Acredito que dessa forma a insatisfação passará longe.

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