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Tag: abrindo aspas

Uma crônica pra mim (e pra você)

Calma. Escute o barulho que está fazendo lá fora.

Respire. Sinta o ar entrando e saindo do seu corpo. Preste atenção nas pequenas coisas, olhe para dentro e veja tudo que você é, pense em tudo o que você já passou e agradeça. Agradeça sempre e todo dia.

Respire.

Pense em todos os momentos que já foram compartilhados com pessoas especiais e o quanto de risos você já deu e o quanto de risos você já fez as pessoas darem. Agradeça.

Respire de novo e pare de querer fazer tudo de uma vez e querer tudo de uma vez. A vida não é assim, não acontece no nosso ritmo, mas ela acontece. E é nisso que você tem que se prender. Não adianta querer tudo e fazer tudo para conseguir, esse é o único caminho que dificultará todos os seus sonhos.

Agradeça!

Às vezes você vive o dia e só consegue enxergar os problemas que vieram com ele e os acontecimentos que não vieram com ele, porque você está preocupado demais – o tempo todo – em querer tudo.

Desacelere. Os dias, por si só, já merecem sua felicidade e gratidão. Tire tudo de bom que vier com ele, inclusive os problemas – quer coisa melhor para aprender a ser sempre mais e melhor?

Respire mais uma vez. Olhe ao seu redor e veja todas as pessoas que estão ao seu lado e tudo o que você já alcançou. Agradeça. Mas desacelere. O estresse nunca é bem vindo e a maior certeza que você pode ter é: a vida acontece. Vá devagar, de mansinho.

E não esquece: respira fundo, calma. Obrigada!

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Ch-ch-changes

Eu sempre tive uma mania – bem, pelo menos até onde me lembro – de repetir ações diariamente com medo de mudar algo e alguma coisa de ruim acontecer. Sabe aquelas apostinhas que a gente (acho que você já fez, né?!) faz na mente do tipo “se eu fizer tal coisa, vai acontecer tal coisa!” que nos fazem agir de uma maneira que nem sempre é a forma que nós queremos agir no momento?! Pois é, eu tinha a mania de criar na minha cabeça um roteiro que eu que tinha que seguir, que me mantinha na minha zona de conforto, e não permitia que eu saísse do lugar, quer dizer, não permitia que eu inovasse e testasse as possibilidades – infinitas – existentes.

E tudo isso porque tinha medo que se eu mudasse, algo de ruim poderia acontecer porque eu modifiquei um ato durante todo o meu dia.

Mudar. Mudança. Transformação. Metamorfose. Mutação.

Palavrinhas que dão medo. Né? Mas será que elas existem para isso mesmo, assustar?

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Parei pra pensar esses dias, um pouco inspirada com o final do ano e toda aquela ideia de nova chance, novos planos e comecei a me questionar o motivo pelo qual eu sempre tive medo de mudar e porque tantas pessoas carregam esse medo consigo, as impossibilitando de realizar, de ser feliz. E percebi o quanto tinha mudado nos últimos tempos e o quanto esse meu medo pela transformação tinha diminuído, no quanto eu estava mais feliz por isso, porque passei a fazer as coisas que eu queria, quando eu queria – respeitando sempre o outro, claro.

Mudar faz bem e, muitas vezes, é necessário. Evoluir é viver.

Então pare de medo, de se prender a algo que não te faz bem. Viva, faça aquilo que está com vontade e acredite naquilo que você quer fazer, assim você ficará feliz pelo simples fato de estar seguindo seu coração!

 

Invista mais tempo em você e descubra quem realmente você é

OOOi!! O meu sumiço foi tão prolongado desta vez que nem sei se tem alguém aí. Tem?! Hahaha! Alguns problemas pessoais + fim de semestre nas duas faculdades fizeram com que eu tivesse que abrir mão do blog por um pouco mais de um mês, o que me deixa triste, mas não desanimada pra voltar com tudo! 

Nesse tempinho que fiquei sem postar aqui, tive muito tempo pra mim, mesmo com todo o sufoco de fim de semestre. Pensei, refleti demais e tive muito tempo pra ficar comigo, sabe? É muito importante esse tempo dedicado a nós mesmos, talvez por medo ou por achar que estar sozinho, seja em um café ou em uma sala de cinema seja algo estranho e, muitas vezes, sem sentido para algumas pessoas, a maioria não faz nem valoriza. Mas eu garanto o quanto você pode se surpreender e se conhecer ainda mais se tentar, uma vez por semana, ter esse momento só seu. Sabe aquela sensação de estar faltando algo, comum no dia a dia? É bem provável que se você se der esse momento, as coisas ficarão mais compreensíveis.

Algumas vezes a gente não consegue entender o que está acontecendo na nossa vida porque a gente não se permite entender. Para pra pensar o quanto de tempo que você dedica a você. E não conta ficar sozinha em casa, na cama, no sofá, mexendo no celular ou na internet. Eu falo do tempo que você se dedica prestando atenção – de verdade – nos seus pensamentos, no seu jeito, nos seus desejos.

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Algumas situações a solução mais fácil é fugir de si mesmo e do que você está sentindo naquele momento, mas essa fuga é uma solução a curto prazo que só vai gerar maior sofrimento e frustração. Acredite, eu já estive nessa posição e acredito que poderei repetir o mesmo erro no futuro, mas não quero e entendo o por quê – o que poderá evitar que eu vá na direção errada.

Quis fazer esse post, que combina bem com o final do ano e toda aquela ideia de renovação, mudanças e energia positiva, porque antes de qualquer coisa, é importante e essencial ouvir e passar mais tempo com a gente mesmo. Desta forma, os desejos, as mudanças e os planos serão mais sinceros, genuínos e, por isso, terão maior probabilidade de se realizar.

Experimenta sentar em um café e passar um tempo com você e depois me conta o que você sentiu aqui? Prometo que estarei aqui esperando 🙂

Ótima semana pra gente! Beijo

Como nós usamos nosso dinheiro?

Há alguns meses eu compartilhei na minha página pessoal do Facebook um vídeo do Caio Braz e, desde então, as minhas prioridades são refeitas e analisadas constantemente. O vídeo fala sobre como nós tratamos nosso dinheiro, como o usamos.

Eu não tenho tanta propriedade para falar do assunto, até porque ainda dependo dos meus pais financeiramente, mas eu tenho que admitir que esse vídeo mexeu comigo e veio na hora certa, sabe? Caio conseguiu falar exatamente o que eu precisava ouvir, mesmo já sabendo de muita coisa que ele afirma no vídeo, parece que vendo alguém falar aquela verdade cria raízes dentro de você. Por isso também que eu decidi fazer esse abrindo aspas.

Hoje é normal achar que precisamos de tudo e que se não tivermos, não ficamos bem com a gente, ficamos insatisfeitos. “Ah, tá na moda, é tendência, eu preciso dessa peça, dessa bolsa, desse sapato, desse cabelo (…)”, muitas vezes pensamos assim, né? Mas eu te pergunto: precisamos mesmo?! Eu amo moda, amo arte, amo comportamento e, sinceramente, acredito que sempre vou ser apaixonada por esse mundo, mas eu sei que por trás dele há muita futilidade. Não estou dizendo que a moda é fútil, porque discordo totalmente dessa afirmação, mas muitos nichos que envolvem esse mundo são e, infelizmente, acaba refletindo em muitos aspectos, incluindo a influência que tem nas pessoas.

O que nós precisamos é ter o controle sobre a gente. Ter consciência de quem somos e de quem queremos ser. Já parou para pensar que você pode ser apenas alguém que é conhecido por ter as coisas e não por ser quem você é? É dessa forma que você quer ser lembrado?

Mais do que ter algo material, é ter conhecimento, experiência, história para contar mesmo. Pensa aí um pouco e compare as conversas que você já teve na vida, as pessoas que já passaram por você, quais delas o papo era mais legal e interessante?! Quais dela te deixaram com vontade de viver, de explorar?

Isso é bem o que Caio fala no vídeo, a importância da experiência. Dinheiro é para ser usado com experiência, com viagens, estudo e não com produtos, roupas, etc, porque, convenhamos, isso nós temos de sobra, não é?

Como ele falou, é óbvio que vamos continuar consumindo produtos, mas isso não pode ser prioridade, esse é o ponto. Acredito que dessa forma a insatisfação passará longe.